BOLETIM DA DENGUE: CASCAVEL REGISTRA 6.681 CASOS DA DOENÇA

O estado do Paraná vive hoje uma epidemia de dengue, e o município de Cascavel faz parte desse cenário dramático. O governo municipal tem feito inúmeras ações no combate ao mosquito, como vistorias nas casas, atendimento a denúncias, compra de exames e até ampliação no atendimento médico voltado a pacientes com sintomas da doença, mas a dengue é uma responsabilidade de todos, portanto, apenas a colaboração de toda a comunidade é que poderá mudar esse panorama epidêmico.

De acordo com o novo Boletim Epidemiológico da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), referente ao período de julho de 2019 até esta terça-feira (09), 6.681 cascavelenses tiveram o exame positivo para dengue. Para se ter uma ideia da gravidade, nunca na história de Cascavel a dengue chegou a números tão expressivos. Além disso, já são cinco óbitos por conta do mosquito.

O Boletim aponta ainda que Cascavel ultrapassou 10 mil notificações, chegando ao total de 10.509 no Município. Desse montante, 3.483 foram descartadas. O número de pessoas aguardando exame, por sua vez, diminuiu significativa passando de 781 da semana passada para 268 neste boletim atualizado.

Os bairros mais infestados pelo mosquito da dengue em Cascavel são Interlagos com 757 casos, Brasmadeira com 461, Cascavel Velho com 417, São Cristóvão com 328 e Brasília com 318 casos positivos.

CALL CENTER – SINTOMAS DE DENGUE
Tem sintomas de dengue? Acione o Call Center 3096-9090 e digite a opção número 3. O ramal é destinado para orientações em relação aos sintomas da dengue. Em situações mais graves, os cascavelenses podem ir direto a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Como posso ajudar?

Somente uma mobilização da comunidade é o que fará a diferença nessa guerra contra o mosquito. Não deixe acumular água parada, até mesmo água suja.

Dentre os locais que precisam ser vistoriados pela população estão: edícula, tonéis com captação de água da chuva, aquários sem bomba de oxigenação, pratos de vasos de plantas, bandejas das geladeiras, bebedouro de animais, tanque de roupas que ficam com água empossada no fundo, coletor de água da saída do ar-condicionado, lixeiro sem tampa e sem furo embaixo, piscinas de plástico, cisternas, caixas de gorduras e plantas aquáticas, pequenos objetos nos quintais; como tampas de garrafas, copos plásticos e brinquedos infantis. A destinação de pneus também é outro problema. A recomendação é deixá-los em uma área coberta ou então encaminhar para uma borracharia que se responsabilize. Até mesmo gotículas de água numa tampinha de plástico já são suficientes para se transformar no criadouro do mosquito.

 

Assessoria.